Grito

Museu Nacional Belas Artes Rio de Janeiro
Museu Nacional Belas Artes Rio de Janeiro
Museu Nacional Belas Artes Rio de Janeiro
Instalação: objetos com impressões em serigrafia.
Museu Nacional Belas Artes Rio de Janeiro
Catálogo da exposição.
Museu Nacional Belas Artes Rio de Janeiro
Artistas da coletiva.

Grito, Galeria Século XXI – MNBA, Rio de Janeiro, Brasil, 1996/1997

Criada e organizada em função da presença da obra O Grito de Munch no Brasil, a exposição reuniu artistas de várias gerações na Galeria Século XXI, do Museu Nacional de Belas Artes. O que fez ressoar O Grito em artistas como Adriana Varejão, Antônio Dias, Iberê Camargo, Ileana Hochmann, Ivan Serpa, Rubens Gerchman entre outros, com trajetórias tão diferentes?

No Brasil, na década de 1960, recebendo  influências do grupo holandês Cobra, Ivan Serpa realiza sua conhecida “Fase Negra”, e artistas como Antonio Dias descobrem a xilografia de Goeldi. Após o golpe militar, este e outros jovens fizeram parte de “Opinião 65” — um dos momentos mais marcantes da história da arte brasileira.
Na exposição Grito, Ileana Hochman ocupa seu espaço com objetos — vergalhões retorcidos recobertos em parte por matrizes serigráficas impressas, rasgadas e costuradas. Da mesma geração, ela soma à visceralidade de Dias e a ironia de Gerchman, o grito mudo que parte das entranhas do homem moderno, proposta da mostra.

 “E o homem do século XX, com sua ‘carne exposta e machucada’, urra em silêncio o seu drama anônimo, mas também o seu desejo de uma vida mais intensa.”
José Thomaz Brum, filósofo e escritor (Brasil)



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